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O conhecimento é meu e ninguém tasca!

Colocado em [ Gestão do Conhecimento ]

por Carlos Afonso

É notório que em muitas organizações atualmente existem pessoas que se acham portadoras de um conhecimento “místico” que, segundo eles, não pode ser passados aos outros.

knowledge management 150x150 O conhecimento é meu e ninguém tasca!

Gestão do Conhecimento

No contexto de uma Central de Serviços, um exemplo é visto naqueles que possuem o conhecimento específico relacionado a um ou mais componentes de um serviço de TI. O drama é maior principalmente quando a organização não possui uma documentação adequada de seus serviços, e a organização e/ou fornecedores não possuem o mesmo em relação a esses componentes.

Um exemplo de como isso pode ser particularmente sentido é quando o Cliente liga para o Service Desk e pede uma consulta. Até aí tudo bem. O problema é quando somente uma pessoa é capaz de atender a essa consulta. Neste caso, é aquele que não passou o seu conhecimento para ninguém, e faz questão de não documentá-lo. Motivo: ele se considera especial e indispensável para a organização basicamente por este conhecimento específico que possui.

É importante ressaltar: existem duas situações possíveis. Uma é aquela em que a pessoa não quer passar o seu conhecimento para os outros. E a segunda é aquela em que a pessoa não se importaria em passá-lo. Nos dois casos, obviamente a culpa é da organização que não tem um processo eficaz de Gestão do Conhecimento.

Soube de um caso, certa vez, em que um profissional foi treinar outros dois para realizar o atendimento de terceiro nível de um sistema de faturamento. Ao final de dois meses, nenhum dos dois profissionais novos tinha o conhecimento a respeito dos processos mais críticos do sistema. E o sistema nem era tão complexo assim! Ainda que a culpa final seja dos responsáveis pela Gestão do Conhecimento (por não ter feito um plano de transferência do conhecimento eficaz), era evidente a satisfação dele em ter que ser chamado toda vez que surgiam incidentes, problemas e serviços adicionais em relação ao componente.

O principal argumento dado por ele era: “eu trabalho com este sistema há uns 2 anos, não é possível explicar todas as regras de faturamento em meses”. Na verdade, o pedido era que primeiramente as regras e comportamentos críticos do sistema fossem explicados, mas mesmo assim, isso não foi feito. E, pelo tamanho do componente em questão, um mero plano de transferência de conhecimento cuidaria disso em questão de poucas semanas. E ele fez esse plano, mas cuidou para que o conhecimento essencial não fosse passado. Conclusão: por medo de deixar de se sentir especial, ele tratou para que o restante da sua equipe não possuísse o conhecimento que ele possui para o atendimento em relação ao componente.

Esse tipo de profissional, que alega a impossibilidade ou inviabilidade de se transmitir um conhecimento específico (e que justamente por isso ele seria “especial”), é um dos principais desafios para a gestão atual. Por vários motivos, como o fato de que, se profissionais em geral sentem-se valorizados e motivados quando conseguem fazer suas atividades plenamente, eles terão sua iniciativa dificultada por que alguém está escondendo o conhecimento deles. Embora aquele que esconde o conhecimento dos outros (guardando-o só para si), sinta-se mais “seguro” no cargo, o desempenho da equipe cai como um todo, e os riscos do atendimento ao cliente ser prejudicado aumenta, pois não é sempre que este profissional estará disponível ou terá tempo para o atendimento.

Não existem benefícios organizacionais para este tipo de atitude, que, em muitos casos, chega a ser desleal com a própria organização e com a equipe.

Com desafios deste tipo aqueles que atuam com o processo de Gestão do Conhecimento, disponível a partir da ITIL 3.0, terão que lidar. É o momento de valorizar profissionais que são formadores de outros profissionais, e que, aos poucos, com sua atitude, ajudem a diminuir o risco do atendimento não acontecer. E, aos poucos, mostrar para aqueles que não valorizam a transmissão do conhecimento que eles não passam de focos de risco para a organização de TI.

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Rhino ofereçe treinamento 2 por 1 – ITIL Master + Expert

Colocado em [ Notícias ]

A Rhino Consulting está em São Paulo e em seu lançamento promove uma campanha de formação completa em Gerente de Gerenciamento de Serviços de  TI.

O profissional que investir na formação ITIL® Service Manager ganha inteiramente grátis o ITIL® Manager Bridge, e até o final do ano poderá obter a certificação ITIL Expert, tornando-se um profissional completo e atualizado.

Este curso será aplicado as sextas e sábados, durante os meses de julho e agosto de 2010, e poderá ser pago em até 10x no boleto bancário.

ITIL® Service Manager+ ITIL® Expert

  • Datas

Início Service Manager – 2 de Julho de 2010

Provas – 21 e 28 de Agosto de 2010

Manager Bridge – 06 a 10 de Dezembro de 2010

  • Local

São Paulo, SP

  • Valores

(Incluindo Provas)

R$ 6.990,00 à vista

10x R$ 795,00 no boleto bancário

Maiores informações:

tel: 11.3722.2488

mail: treinamento@rhinoconsulting.com.br

site: www.rhinoconsulting.com.br

Sobre a Rhino

A Rhino é uma empresa acreditada pela APM Group para treinamentos em ITIL®  e, juntamente com seu novo parceiro internacional, traz um método inédito de aplicação do curso de ITIL® Service Manager.

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mouse 150x150 Rhino ofereçe treinamento 2 por  1 – ITIL Master + Expert   Quer concorrer a um mouse Microsoft Óptico USB Comfort 1000? Basta seguir nosso Twitter e dar RT nesta notícia! Ao todo serão sorteados 03 mouses. Poderão concorrer todos os seguidores que derem RT até o dia 15/07. Os vencedores serão anunciados via Twitter. Boa sorte!!

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Redes Sociais: 5 erros a serem evitados no LinkedIN

Colocado em [ Geral ]

por Renê Chiari

Eu costumo separar as redes sociais em dois tipos: as sociais pessoais e as sociais profissionais. Das profissionais, fico com o Linkedin sem sombra de dúvidas. Além de ter um visual muito mais clean que o Facebook (que é a moda atual), o design é totalmente voltado para o mundo corporativo.

Ainda vejo muitos exageros dos companheiros profissionais de TI, que acabam criando alguns jargões totalmente desnecessários e acabam banalizando funcionalidades bacanas dentro do Linkedin. Ai vão as principais atitudes que devem ser evitadas:

  • Assinatura “Sopa de Letrinhas” - Você já deve ter visto alguns profissionais que incorporam títulos conquistados em seus nomes. Por exemplo: Zezinho, PMP, ITIL, CISA, CISM, Black Belt…além de ser uma tremenda poluição visual, mesmo que tenha boas intenções você pode ser considerado um “mala”.

Que tal ser um pouco mais discreto? O Linkedin permite que você adicione suas especializações em seu perfil.  Além disso, já existe um app chamado box.net que permite que você insira arquivos ao seu perfil. Inserir os seus certificados em PDF em uma pastinha discreta fica muito mais profissional.

  • Caçador de Recomendações - As recomedações são extremamente importantes  aos olhos de recrutadores e possíveis parceiros de negócio. Nada como ganhar aquela recomendação de seu ex-gerente ou de um Cliente. Mas cuidado com os exageros, tenha sempre em mente que uma boa (e sincera) recomendação vale mais do que 30  recomendações estilo “Linha de produção”.  É a mesma coisa que vender alfinete de plastico no leilão online só pra ter um número maior de qualificações positivas.
  • Cuidado com a auto-promoção – É sempre interessante anunciar uma nova conquista profissional, seja uma certificação, um novo emprego, etc,  mas é importante ter bom senso nessas horas. Fazer da rede uma espécie de Twitter e comentar cada passo de sua vida profissional pode tornar a leitura de suas notas cansativas, e mais uma vez, você corre o risco de virar “o mala”. O Linkedin tem seções muito bem diferenciadas para que você divulgue uma novidade, uma atualização de seu perfil, uma nova discussão e até mesmo uma vaga de emprego. Utilize-as!!
  • Aqui se diz, aqui se paga – Cuidado com o que escreve por ai.  Falar mal da ex-empresa ou de ex-colegas de trabalho pode ser uma atitude mal interpretada por qualquer pessoa de RH que estiver analisando o seu perfil em um processo seletivo. O que? Acha mesmo que as empresas de RH não digitam o seu nome no Google para saber o que você anda/andou aprontando pelo mundo virtual?  Bem-vindo aos tempos modernos da total falta de privacidade! ;-)

Obs: já ouvi vários casos de contratações para cargos executivos onde a seleção foi feita através do Linkedin. Vale a dica!

  • Use o Linkedin estritamente para fins profissionais – A proposta da rede social é muito clara: é uma rede social voltada para profissionais! Deixe para participar da comunidade “Eu como pizza fria amanhecida com Toddy” em redes como Orkut e Facebook, e lembre-se de gastar um tempo configurando a privacidade do seu perfil e evitar futuros constrangimentos, por exemplo, o seu chefe recebendo uma atualização do seu Facebook informando que você acabou de atacar uma máfia, em pleno horário de expediente…

Com estes pequenos cuidados você garante um perfil clean e atraente em uma das redes sociais voltadas a profissionais mais promissoras da atualidade.

Já tem uma conta no Linkedin? Então aproveite para visitar e fazer parte do grupo ITIL na Prática

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