O APM Group (APMG), órgão oficial de homologação de ITIL, anunciou a criação de uma nova certificação complementar ITIL específica para profissionais da área de TI envolvidos com a elaboração e manutenção de melhores práticas em Catálogos de Serviços, proposta pela Pink Elephant e pela NewScale, fornecedora de soluções em software Service Catalog
Com a nova certificação, a Pink criou o curso How To Create A Service Catalog According To ITIL Best Practices, desenvolvido para atender a necessidade de uma orientação específica sobre definição de serviços e a apresentação dos mesmos em um Catálogo de Serviços de TI.
Assim que o processo de certificação em Service Catalog for finalizado e lançado no final deste ano, as empresas autorizadas para treinamento (ATOs) poderão então desenvolver e apresentar conteúdo/materiais próprios (de treinamento) para a homologação.
Além disso, o novo curso também dará direito a créditos para 1.5 ITIL V3 e será apenas o segundo curso reconhecido em Complementary Guidance de ITIL V3, uma série de cursos sobre melhores práticas que visa complementar o conteúdo já existente de exames e certificações em ITIL V3.
Clebert Mattos, diretor da Pink Elephant do Brasil, afirma que o novo curso já está disponível para turmas em São Paulo e, em pouco tempo, ganhará abrangência nacional. “É muito importante que o APMG tenha reconhecido a necessidade de uma certificação específica para Catálogo de Serviços e certamente iremos promover essa iniciativa.”
Fonte: IT Carrers – Convergência Digital




Percebe-se facilmente que, o que antes eram “Best practives”, sem imposições de “como” realizar a governança, apenas focando nos processos e no “o que” se deve fazer. Não havia foco em ferramentas específicas ou produtos; não havia a intenção de elevar o nome de qualquer provedor de serviços, o que acaba causando detrimento de outros. Infelizmente (em minha visão praticamente), vejo que o foco de uso mudou e me causa profundo descontentamento, os frames work estão virando, ou melhor transformando-se, recebendo novas versões, recebendo “ferramentas”, por questões que visam lucro e políticas – Não a verdadeira e “limpa” Best practice”. Concordo cmo a necessidade de atualizção e assume de “novos valores agregantes”, mas, NÃO da forma como os orgão responsáveis estão agindo, assim como a ISO e ITIL.