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Rhino e Software Process: ITIL e CMMI em SC

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A Rhino Consulting e a Software Process vão apresentar a correlação entre os modelos ITIL e CMMI em uma palestra na quinta-feira, 11, no auditório da Acib, em Blumenau, às 19h.

Os palestrantes serão Pier Riboni, diretor da Rhino, e Odisnei Galarraga, consultor, instrutor e avaliador em modelos de qualidade de software e diretor da Software Process.

“Um software em desenvolvimento será um serviço quando for liberado para produção”, afirma Riboni, que é ITIL Expert e Evangelista de Gerenciamento de Serviços. “Os modelos de desenvolvimento de software devem ser sensíveis e integrados às
melhores práticas do ITIL”, complementa.

Já para Galarraga, a relação dos dois modelos de melhores práticas é algo ainda muito pouco estudado, embora ITIL e CMMI se complementem.

“Normalmente, as empresas que necessitam de ambos os modelos criam projetos concorrentes para a implementação de cada um deles”, afirma ele.

Na palestra, serão apresentados temas como Serviço (o que é, seus componentes e desafios), Gerenciamento de Serviços de TI – ITSM, O Modelo ITIL e sua filosofia, SDLC – Software Development Life Cycle, Overview CMMI, entre outros.

Inscrições e mais informações pelo e-mail eventos@acib.net, ou no site da Acib.

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ITIL – O que não está nos livros?

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Embora seja promovido como o padrão “de facto” para as operações de TI, muitas são as dúvidas a respeito da eficiência e do sucesso na adoção da ITIL nas organizações. E isto não sou eu quem está dizendo. Uma das maiores consultorias mundiais especializada nas boas práticas já fez reclamações a respeito. Particularmente, apesar de não contar com informações para comprovar, eu apostaria que mais da metade das iniciativas de adoção da ITIL no Brasil não obtém o sucesso esperado. Isto a despeito de serem realizadas por profissionais com certificação de fundamentos, praticante ou gerente (foundations, practitioner e manager).

A razão dos insucessos? Eu não saberia responder ao certo. Mas acredito que um fator em específico tem um peso muito grande. E é a este fator que o post esta relacionado.

A ITIL passou por uma evolução recente. A versão anterior (2) era focada exclusivamente nas operações de TI. Embora quando considerado em seu total ela contemplava uma análise geral da área de TI das organizações, na prática do mercado ela se concentrava na entrega e no suporte aos serviços de TI; atividades exclusivas da parte de operações. A evolução para a versão corrente (3) trouxe uma reorganização das áreas de conhecimento. Reforçando a intenção inicial de contemplar a visão geral da área de TI, ela chegou a estender o modelo para as áreas de posicionamento e formulação das estratégias. Embora as duas versões possuam grandes diferenças, ambas possuem também um conjunto de características fundamentais. E uma destas características é que as duas versões são baseadas em processos. Apesar de a versão corrente possuir uma orientação para o ciclo de vida dos serviços, ela ainda tem como base os processos de TI.

Por ser baseada em processos, a adoção da ITIL é um pouco mais complexa do que é descrito nos livros e ensinado nos cursos de formação. A implementação de processos em um ambiente de TI ou “de negócios” demanda uma ecologia organizacional que difere da ecologia tradicional. Os comportamentos, sistemas de recompensa e estruturas tradicionais são, na maioria das vezes, incompatíveis com as práticas necessárias para gerenciar processos. Por tradicional – no sentido deste post – podemos entender as estruturas funcionais departamentalizadas e baseadas em uma hierarquia claramente definida.

Apesar da própria literatura reconhecer a necessidade de um ambiente que favoreça a adoção de processos (Service Strategy, seção 2.6), as implementações baseadas na ITIL quase sempre partem do princípio que a ecologia organizacional necessária para implementação e gerenciamento de processos existe e esta madura na organização destino. O que eu acredito ser, na realidade Brasileira, uma raridade.

Com estas considerações é importante ressaltarmos que: antes de implantar o gerenciamento dos serviços de TI baseado na ITIL a organização deve necessariamente ser fluente em gestão de processos. Ela deve possuir uma ecologia organizacional receptiva as práticas de gestão de processos, o que quer dizer uma estrutura organizacional adequada, sistemas de recompensa que reforcem os objetivos dos processos e um modelo de gestão com os estilos adequados.

É verdade que a ecologia organizacional e as práticas aqui denominadas tradicionais não impedem sempre a implementação de modelos de gerenciamento de serviços de TI baseados na ITIL. Processos conseguem, em situações particulares, serem implementados e gerenciados neste tipo de ambiente. Mas somente em situações particulares e onde, principalmente, as especificidades deste tipo de ecologia organizacional são consideradas no projeto de implementação.

Para quem busca mais informações a respeito da ecologia organizacional adequada à adoção de processos, sugiro uma olhada no Business Process Maturity Model – BPMM. É um modelo de maturidade, baseado no CMM, que busca medir a capacidade de organização de utilizar processos.

Gustavo Tavares

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Solução de inventário de ativos KORUJA é lançada no Portal SPB

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No primeiro dia da Campus Party em São Paulo foi lançado no estande do Banco do Brasil o software Koruja, que realiza o inventário de ativos interligados em uma rede TCP/IP. O Koruja é a 35a solução que ingressa no Portal do Software Público e a terceira disponibilizada pelo Banco do Brasil.

O gerente de TI, Sérgio Henrique Pasqua, disse no lançamento do Koruja “que a intenção do Banco Brasil é criar uma comunidade de desenvolvimento que auxilie na evolução do Koruja e que os técnicos de tecnologia da informção possam utilizar uma solução que melhore a gestão dos ambientes de datacenter”.

Na visão do coordenador do Portal, Corinto Meffe, que representou o Secretário Rogério Santanna na solenidade, o Koruja vai reforçar o acervo de soluções voltadas para os técnicos e gestores de tecnologia da informação. “Temos o CACIC, COCAR, Curupira, SAGUI, Kyapanel, SIGATI e a solução do Banco do Brasil se torna mais um opção técnica para melhorar a gestão de TI”, reforçou Corinto.

Para Marcos Antônio Carvalho, analista sênior do Banco do Brasil e coordenador técnico da comunidade, “a solução tem o desafio de superar as dificuldades de gerenciar as configurações dos recursos tecnológicos em ambientes dispersos, complexos e heterogêneos”.

Na opinião de Marcos “o Koruja vai se tornar mais uma alternativa para os gestores dos recursos que estão pendurados em uma rede TCP/IP”. “Tal alternativa se configura pelo aumento da complexidade e diversidade tecnológica dos parques computacionais”, completa o coordenador.

Conhecendo a solução Koruja

O Koruja é um software desenvolvido com tecnologias abertas e livres, na linguagem TCL/Expect, tem baixo consumo de memória, faz o tratamento de strings e funciona em ambiente multiplataforma.

O software em sua versão inicial atende quatro premisssas: (i) não utiliza o modelo de agentes locais para coletar as informações; (ii) coleta as informações a partir de um único ponto; (iii) gera um repositório único para as informações gerenciais e (iv) opera em serviços TCP/IP.

Os ganhos surgem do aproveitamento da cultura wiki, da economia dos recursos tecnológicos para realizar o inventário e do foco nos recursos de acordo com a necessidade específica de cada um, sendo eles: estações de trabalho, switchs e routers.

Se você está cadastrado no Portal SPB basta acessar a solução direto no link abaixo:
http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=18068594

Fonte:  Portal do Software Público

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